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Resenha: 2 Broke Girls


Por Elana (@elanamoreira / Huntersculture)


Oi gente, tudo bem?

E ai, animados para o carnaval? Eu estou super! rs
Bom, depois da resenha de Alcatraz, que é uma série de suspense, hoje trago algo mais leve. A comédia 2 Broke Girls.

2 Broke Girls é uma série de comédia da televisão americana, criada por Whitney Cummings e Michael Patrick King, que estreou nos Estados Unidos em 19 de setembro de 2011 na CBS. É transmitida no Brasil pela Warner Channel.
FONTE: Wikipédia

Max é trabalhadora, esperta e está sempre dura. Caroline veio de família rica, sempre teve tudo o que quis, mas pela primeira vez na vida está sentindo na pele o que é não ter dinheiro. Duas mulheres de mundos diferentes que são unidas pelo destino por compartilhar da mesma precária situação financeira.
FONTE: Orangotag


Eu assisti apenas o episódio piloto, então só posso dizer sobre as minhas primeiras impressões.

Max é uma garota pobre, que trabalha como garçonete em uma lanchonete, divide o apartamento com seu namorado e é muito séria e compenetrada no seu serviço, porém não leva desaforo pra casa. Um dia descobre que a outra garçonete foi demitida e pede para o seu chefe não contratar ninguém, pois ela pode dar conta de tudo sozinha. Mas segundo ele, “todo mundo precisa de ajuda”, então contrata outra garota, Caroline, que diz ter trabalhado nos melhores restaurantes da cidade. Porém, logo se vê que a garota é uma patricinha rica e mimada, que nunca trabalhou na vida e não sabe fazer nada, principalmente como garçonete. Max descobre que ela é filha de um rico empresário que foi preso e perdeu tudo. Max não gosta nada da nova colega e deixa isso bem claro, porém, as coisas podem mudar de acordo com a convivência delas, pois logo percebe-se que, apesar de Caroline ter tido tudo na vida, ela não se deixou abater pela perda e correu atrás. Com garra. Igual à Max.


Max é muito séria, mas eu acredito que seja porque ela sempre teve que batalhar por tudo. Não sei sobre o seu passado, mas pelo que pude perceber, parece que a vida dela nunca foi fácil. Ao contrário, Caroline sempre teve tudo, e perdeu da noite para o dia. Mas eu a admirei bastante por sua força de vontade para lutar, em vez de ficar se lamentando por todas as suas perdas, que diga-se de passagem, não foram poucas, tenha visto que ela era Bilionária.


O episódio me arrancou bastantes risadas, mas consegui perceber, no meio da comédia, um pouco de drama. São duas pessoas, jovens, que tem que lutar para a sua sobrevivência, e isso, de comédia, não tem nada né? Mas nenhum problema em pegar esses problemas e deixá-los mais leves, mas sem perder a importância.

E devido elas partilharem desses problemas, elas acabam se aproximando e virando amigas. Com certeza, protagonizarão muitas cenas hilárias, cada uma com seu jeitinho particular. E talvez Max aprenda a relaxar um pouco e, em contrapartida, Caroline aprenda o valor do dinheiro e do trabalho.


Particulamente, eu acho que tem muito potencial. Li muitas pessoas dizendo que no meio da temporada, a qualidade começa a cair. Mas eu vou continuar assistindo, pois como eu disse, me arrancou boas risadas. Se caso eu perceber que realmente a qualidade cai, conto para vocês, ok? E quem já assistiu mais episódios, conte pra gente se continua tão bom quanto o piloto ou não.

Fiquem com o trailler e divirtam-se também! Ah, e bom carnaval pra todo mundo!

Vídeo:

Livro do mês 2012 – Metas para Fevereiro.

As resenhas do mês de Janeiro podem ser vistas no Blogs participantes. Basta você clicar no banner ao lado do Blog e ver quem participa do desafio Livro do mês – 2012!

Aqui segue a minha resenha – Julieta Imortal, você pode acessar as demais resenhas atraves dos links no final do Post.



Segue agora a lista dos livros que serão lidos no mês de Fevereiro. (Gente como passa rápido, parece que foi ontem que postei a lista do mês de Janeiro, caramba!!!

LIVROS DO MÊS DE FEVEREIRO:

01- In The Sky: A Jornada – Erin E. Moulton
02- Leituras da Paty: Marina - Carlos Ruiz Zafón
03- Leitora Incomum: A maldição do tigre – Colleen Houck
04- Mad Mind (Toc por leitura): Radiante - Alyson Nöel
05- Eu sou Assim: Se houver amanhã – Sidney Sheldon


Esses serão os livros do mês de Fevereiro. Avisando os leitores, quem participa poderá mudar o livro escolhido durante o mês – deste que mandem antes de sair as resenhas.
Boa leitura a todas nós.
Até mês que vem com mais resenhas e mais listinhas.

Panorama – KT Tunstall (Eye To The Telescope)


Por Michael (@MichaelBaleeiro)

Ano passado, uma das resenhas que ficaram presentes na minha coluna musical foi a do CD Extravaganza, um projeto acústico realizado pela cantora KT Tunstall. Aquele havia sido o único trabalho da cantora que tive o prazer de ouvir, até algumas semanas atrás, quando consegui o CD Eye To The Telescope. Extravaganza foi absolutamente perfeito para mim. Não sei se esse CD consegue superá-lo, mas o nível de qualidade é tão grande quanto o do trabalho comentado anteriormente.

Eye To The Telescope é o disco de estréia da KT Tunstall e a partir dele as pessoas começaram a prestar atenção nessa pessoa extremamente talentosa que é a KT. O disco abre com Other Side of The World, que é uma canção maravilhosa, da qual você termina de ouvir e quer voltar novamente. E de novo e de novo e de novo. Under The Weather é aquela balada para escutar em um dia chuvoso, frio, em casa. Como quarta música do álbum, chegamos em Black Horse and The Cherry Tree, que até ganhou uma versão apresentada pela Sandy, também comentada aqui no blog. Essa é uma das músicas mais agitadas do CD, que é cheio de acordes no violão e várias batidas de palmas junto com a base da bateria. Seguindo o mesmo estilo da música anterior, Miniature Disasters vem com muita energia também. A apresentação dessa canção ao vivo comprova todo o talento de KT Tunstall que nos deixa totalmente alegres ao ver como a cantora interage perfeitamente com os instrumentos, os tons musicais e as notas vocais.

Silent Sea é outra música calma e expressada de forma muito pessoal. Mas se existe melhor forma de KT interpretar uma canção do que em Silent Sea, é em Universe & U. Essa música é perfeita. Perfeita! PERFEITA! Meu Deus… Como alguém faz isso comigo? A versão que o álbum Extravaganza nos apresenta é em um arranjo com dedilhado, totalmente romântico. A versão de Eye To The Telescope continua com todo o romantismo e emoção que a letra trás, mas diferencia pelo arranjo mais consistente mostrado aqui. Digo novamente que essa música é perfeita. Sem mais. False Alarm é outro ponto alto do disco. Um refrão que me deixa totalmente arrepiado. Silent Sea, Universe & U e False Alarm são as melhores canções do álbum. Extremamente lindas e verdadeiras feitas por quem precisa fazer música não para vender, mas sim pelo simples prazer de fazê-la.

Com Suddenly I See chegamos à outra parte do álbum. Outra música agitada e divertida aparece para nos entreter da melhor forma possível. Provavelmente sendo a música mais conhecida de KT, Suddenly I See é a música que abre o filme O Diabo Veste Prada. Com um arranjo mais básico, seguido por uma base na guitarra muito bem executada, Stopping The Loving continua com o clima leve e descontraído do CD. Trazendo uma paz gigante a esse álbum, Heald Over é apresentada de forma magnífica, nos preparando para o fim do álbum. Through The Dark é provavelmente a canção mais emocional do álbum. Com ela também somos apresentados a um arranjo com piano, sendo acompanhado pelos outros instrumentos, fechando o álbum com chave de ouro.

Achei Extravaganza sensacional e não sei se Eye To The Telescope consegue superá-lo, mas é igualmente magnífico e cheio de sentimento. Eu indico e muito o álbum. Sem dúvidas ainda vou ouvi-lo muito… E de novo e de novo e de novo…

The Other Side of The World


Miniature Disasters


Suddenly I See


Universe & U

{Para as férias – 01} Livro&Filme – Eu Sou o Número Quatro.

Para as férias” será uma tag feita pelo Michael Balleeiro. Ele tem várias resenhas legais e semanalmente vou posta-las para vocês.
Começando com uma resenha do livro Eu sou o número Quatro – feita por ele, e logo abaixo resenha do filme feita por mim, Helana.
Faz muito tempo que não posto nada na tag “Livro e Filme”, e como eu vi o filme e o Michael o livro, vou juntar as duas para vocês, ok?


Por Michael (@MichaelBaleeiro/ Estante de Cima)

Resenha do livro.
Eu Sou o Número Quatro / Os Legados de Lorien #1 (Pittacus Lore)

Eu Sou o Número Quatro foi lançado ano passado lá fora, e para aguardar a estréia do filme no Brasil, o livro foi lançado em Março. Essa demora fez o livro ser um dos mais desejados do ano para mim. Mas tenho que dizer que o livro possui pontos fortes, mas também pontos fracos.


O livro mostra nove alienígenas que, após uma guerra em seu planeta, Lorien, se vêem obrigados a deixar o planeta e se esconderem nas sombras da Terra. Não demora muito para a raça rival, os Mogadorianos, aparecerem com um único objetivo, matar um a um. Os nove sobreviventes são numerados, o que faz com que eles só sejam mortos em seqüência. Com a morte do número três, o número quatro precisa mais do que nunca fugir, pois sabe que será o próximo.

Vamos primeiro falar sobre os pontos fracos do livro. Pense em todos os clichês que existem! Pensaram? Sim, todos eles estão inclusos em Eu Sou O Número Quatro. Você acha tudo dentro desse livro! O garoto protagonista que precisa se adaptar a uma nova vida toda vez que foge. A garota linda dos sonhos, ex líder de torcida que se torna o seu grande amor. O valentão, jogador de futebol, que por pura coincidência é ex-namorado da linda garota. O melhor amigo do Alien, nerd, que é fissurado na NASA, teoria da conspiração, etc… Todos esses elementos são encontrados aqui. O clima de High Scool também não me agradou muito. Espero que o próximo não tenha essas coisas.

Agora vamos aos pontos fortes, que não são poucos. O livro tem uma leitura muito fácil. A leitura flui normalmente e de forma totalmente agradável. Quando dei por mim já estava no capítulo 31. Nem percebi que já havia lido tanto. O livro também é muito agitado. Tenho que dizer que esperava um livro com luta a cada cinco páginas, mas também não é bem assim. Alguns acontecimentos são descritos no livro antes do clímax, mas nada que realmente tire o fôlego. Quanto à esse aspecto, eu estava um tanto quanto decepcionado, o clima de High Scool, e nenhuma luta realmente acontecendo me deixaram irritado. Mas a raiva não durou muito. As últimas 100 páginas do livro salvaram a obra inteira. Os acontecimentos não pararam, as lutas foram mais do que incríveis, e as surpresas se estenderam até a última página do livro.

Ao fim do livro, posso dizer que gostei muito! A avaliação foi de quatro estrelas (Quatro? Irônico, não? Hahaha). Não foram cinco por causa dos clichês que realmente me deixaram com raiva. Mesmo assim, estou mais do que ansioso para ler o próximo volume. É uma história muito bacana e indico o livro sim.
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O Filme – por Helana Ohara

Eu sou o Número Quatro.

Título original: (I Am Number Four)
Lançamento: 2011 (EUA)
Direção: D.J. Caruso
Atores: Alex Pettyfer, Dianna Agron, Timothy Olyphant, Teresa Palmer.
Duração: 110 min
Gênero: Ação
Sinopse: Nove alienígenas fugiram do planeta Lorien, onde eram conhecidos por números, para se esconder na Terra. O objetivo era se esconder dos Mogadorians, inimigos que precisam eliminar todos eles – e na ordem certa – para que poderes especiais não possam ser usados contra eles no futuro. A caçada já começou e os números Um, Dois e Três já foram assassinados. O número Quatro vive disfarçado entre os humanos, como John Smith (Alex Pettyfer), ajudado por seu protetor Henri (Timothy Olyphant) na tranquila cidade de Paradise, em Ohio. Enquanto descobre seus novos poderes, Smith conhece a estudante Sarah Hart (Dianna Agron) e se apaixona por ela, colocando em risco a vida de ambos e o futuro de sua raça, porque o inimigo já o localizou. A sua sorte é que a número Seis (Teresa Palmer) também o encontrou e ela pode ajudar na batalha. (RC).
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Assisti o filme por conta da Diana Agron (para quem não sabe, ela é a loirinha malinha de Glee) – queria muito vê-la trabalhando em outra coisa que não seja a série. E o filme por ser ação me deixou curiosa.
O filme começou interessante, alguns sustos com os Mogadorians, Caruso abusou nos efeitos especiais, ficaram fantásticos e muito bem feitos.

O livro em si deve ser bom, fato. A história em questão poderia ter sido muito bem desenvolvida nas telonas, porém houve um erro na adaptação, o roteiro foi fraco – por conta dos clichês que dominaram todo o filme. Tanto nos diálogos, cenas e atuações seguiram uma linha deja vu(?) (OK, Diana Agron e a número seis Teresa Palmer, atuam muito bem, no meu ponto de vista a número seis que salvou o filme inteiro), como se nos filmes já houvessem aquelas cenas tabeladas onde não se elabora nem se cria mais.

Uns 20 minutos do começo do filme e uns 20 minutos finais te prendem bastante, mas só por causa da ação. Existe cenas boas que merecem atenção, mas que pareciam nem pertencer ao filme. É o tipo de filme que pode até agradar muitos que gostam do gênero – espero eu que se houver sequência erros do 1° filme sejam corrigidos, se não, será um fracasso total.

A relação de Smith com Sarah é aquelas bem típicas do herói salvando a mocinha, alguns efeitos salvam cercas cenas.
O filme não é de todo ruim – dá para alugar assistir com uma turma em casa. Mas nos cinemas bem.. Seria demais. É aquele tipo de filme de ação que se passa aos Domingos, sem muitas novidades todos dizem não gosto e todos assistem.

Não posso dizer que é uma adaptação feliz do livro, pois não li ele e não pretendo ler. Mas fica minha dica se você gosta de um filme de ação água com açúcar – Eu Sou o Número Quatro é perfeito pra você.

Trailer:

Resenha – The Vampire Diaries

Por Elana (@elanamoreira / Hundersculture)

Olá novamente gente! Tudo bem com vcs?

Estou aqui dessa vez para falar de uma outra série que amo muito, mas diferente de One Tree Hill, que não conheço muitas pessoas fascinadas como eu, The Vampire Diaries vem contagiando o mundo inteiro. E cada vez mais e mais.

Eu realmente adoro muito a série. E quando eu vou falar pra alguém assistir, e vou tentar convencer as pessoas com meus argumentos, sou obrigada a começar com a frase: Não é igual crepúsculo. Não que eu tenha nada contra, viu fãs de crepúsculo? Pelo contrario, já li todos os livros, e vi os filmes que saíram ate agora. Porém, quando se fala em vampiros, pensa-se direto em um vampiro que brilha e que não é mal de jeito nenhum. The vampire diaries é o contrário disso. Há muita violência, muito sangue, muito mistério, mas é claro, e não podia faltar, muito romance também. Vamos à sinopse né?

Depois de quatro meses de um trágico acidente de carro que matou seus pais, a garota de 17 anos Elena Gilbert (Nina Dobrev, “DeGrassi: The Next Generation”) e seu irmão mais novo de 15 anos, Jeremy (Steven R. McQueen, “Everwood”) ainda estão tentando lidar com a dor e seguir em frente com suas vidas. Elena sempre foi a excelente estudante, bonita, popular e envolvida com escola e amigos, mas agora ela se encontra tentando esconder sua tristeza do mundo. Como o ano letivo começa, Elena e suas amigas ficam fascinadas pelo bonito e misterioso novo estudante, Stefan Salvatore (Paul Wesley, “Army Wives”). Stefan e Elena são imediatamente atraídos um pelo outro, e Elena não tem idéia de que Stefan é um vampiro de séculos de existência, lutando para viver em paz com os humanos, enquanto seu irmão Damon (Ian Somerhalder, “Lost”) é a personificação da violência e brutalidade dos vampiros. Agora esses dois irmãos – um bom, um mal – estão em guerra pela alma de Elena e pela alma de seus amigos, família e todos os residentes da pequena cidade de Mystic Falls, Virginia.

A série é baseada nos livros de L.J Smith, e eu já os li, mas tenho que dizer que nunca vi nada tão diferente. Mas eu sinceramente prefiro a série do que os livros. E olha que poucas vezes isso aconteceu!

O que eu posso dizer mais? Que eu admiro os criadores dessa série. E cada dia mais. Porque eu nunca vi uma série que não para de surpreender. Não tem um episodio normal, um episodio legal, um episodio mais ou menos. Todos são emocionantes e altamente surpreendentes! E quando você pensa que não tem como você se surpreender mais, eles chegam com novas surpresas e cada vez as coisas ficam piores(no bom sentido). É impressionante como a série prende e como as coisas simplesmente acontecem deixando você cada vez mais impressionado.

Semana passada, no dia 15/09 estreou a 3ª temporada, e depois de muita espera e ansiedade, chegou arrasando novamente! Os personagens estão cada vez melhores e a série cada vez mais emocionante e mais pesada (no bom sentido também), as reviravoltas acontecendo e você já não sabendo mais onde isso irá chegar! E isso é o melhor de tudo! Porque sempre parece que não tem mais solução!

Enfim, os loucos com a série já devem ter assistido a os dois episódios da 3ª temporada, e tenho certeza que como eu, não se decepcionaram nem um pouco! Pelo contrário né! Porque ela chegou com tudo e deixando a gente cada vez mais fã de TVD!

Quem não assistiu, tá esperando o que? Tenho certeza que ninguém vai se arrepender! Lembre-se que é uma série que envolve tudo: ação, emoção, paixão, suspense, raiva, e muito, muito mais coisas que fazem qualquer um virar fã logo no primeiro episodio!

Confesso que já consegui deixar muita gente viciado igual eu! Huahauhauh

Espero convencer mais pessoas, porque realmente vale a pena!

E pra quem quiser saber mais, esse é um ótimo site com todas as informações:VampireDiariesBrasil

Deixo com vocês um trailer da primeira temporada. Quem já viu, mata a saudade. Quem ainda não viu, é bom que vocês já vão se familiarizando!