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Resenha: Evanescence (2011)

Por Michael (@MichaelBaleeiro/ Estante de Cima)

Cinco anos após o lançamento de The Open Door, segundo CD de estúdio da banda, o Evanescence finalmente volta com um novo trabalho. O CD será lançado oficialmente na terça-feira, dia 11. Grande parte da trilha sonora da minha adolescência é focada nessa banda então a minha ansiedade para esse novo CD era mais do que grande, mas não esperava que esse novo trabalho fosse tão bom quanto ele realmente é.

Depois de lançar The Open Door em 2006, a banda focalizou muito o seu trabalho na divulgação. O Brasil foi incluído uma vez na turnê de divulgação, em 2007. Já em 2009 a banda foi convidada para participar do Maquinária Festival em São Paulo, onde foi muito bem recebida pelo carinho dos fãs. The Open Door também rendeu muitos singles, Call Me When You’re Sober, Lithium, Sweet Sacrifice e Good Enough. O último single foi lançado em 2007. A partir de então, a banda apenas se apresentava no palco, mas com nenhum trabalho novo. Em 2009 a banda fez seu último show antes de dar uma breve pausa. Tal pausa durou longos dois anos. Nesse meio tempo o anúncio para um novo disco foi oficializado e a data para seu lançamento foi marcada e adiada muitas vezes. Mas então a banda realmente confirmou que em Outubro de 2011, os fãs poderiam conferir o novo trabalho da banda.

Quase em todas as ocasiões em que um novo trabalho de alguma banda é muito esperado, o mesmo acaba vazando antes do lançamento e matando a curiosidade dos fãs. Esse foi o caso do terceiro disco de estúdio da banda. Há um mês, mais ou menos, eu encontrei o álbum disponível para Download. E o que eu fiz? Baixei na hora.

O terceiro álbum trás como título o próprio nome da banda. Evanescence é para mim o melhor trabalho que a banda já fez. No dia 08 de Agosto, o novo single, What You Want, foi lançado oficialmente. Já dava para perceber ali a intensidade com que as próximas músicas viriam. O novo CD está mais pesado do que os outros dois anteriores. A parte instrumental da banda também está incrível. Os arranjos feitos pelos músicos são de perder o fôlego. Violinos enlouquecidos e guitarras pesadas tomam conta de muitas músicas como Oceans, The Change e Never Go Back. O piano, tocado pela própria Amy Lee, também ganha muito espaço por aqui. Ele da um ar totalmente diferente nas músicas. Isso pode ser observado nas canções como Erase This e My Heart is Broken.

A potência vocal que Amy Lee nos apresenta aqui é de deixar qualquer um de queixo caído. A bela voz da cantora sempre foi uma coisa indiscutível, mas agora Amy mostra que está mais segura do que nunca com as notas musicais e tendo uma emoção indescritível na hora de cantá-las. Amy Lee arrebenta nesse novo álbum. Consigo escolher a melhor música deste álbum. Para mim, The Change ganha de todas. A melhor música do álbum e talvez a melhor da carreira da banda.

Depois de dois anos sem subir no palco, Amy Lee e sua turma voltaram a realizar shows esse ano. Assim, eles foram convidados para tocar no Rock in Rio de 2011, quase uma semana antes do lançamento do novo trabalho. O show envolveu alguns dos singles mais conhecidos, mas as novas músicas não ficaram de fora. Foi muito bacana observar o crescimento da banda no palco depois de tanto tempo sem eles. Para as pessoas que não moram no Rio de Janeiro, ou não conseguiram ir ao Rock in Rio, fiquem calmos. Amy Lee já anunciou que ano que vem estará de volta para uma turnê na qual o Brasil já está incluído. Evanescence, é bom ter vocês de volta.


I’m not giving in. I want you back, Holding together by the shards of our past. Stole my heart away, I can’t let you go. Break these chains and let me fly to you, High above the world below, Over and over in my mind.

Counting the days to meet you on the other side, I will always be waiting. Until the day that I see you on the other side, Come and take me home.

(The Other Side)

What You Want

The Other Side
[youtubr=www.youtube.com/watch?v=dpuAnff4IYk&feature=related]
Made Of Stone

The Change

Panorama – Sara Bareilles.

Bom dia queridos tudo bem?
Antes do post, quero apresentar a vocês o nosso colunista de músicas do In The Sky. Depois de tempo recebi um e-mail do Michael, além dele ser super atencioso, tem um Blog chamado Estante de Cima, que vale muito a pena vocês visitarem.
Seja bem vindo ao In The Sky. Sinta-se a vontade!
Vocês podem ter acesso aos contatos dele na Página da Equipe.
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Por Michael (@MichaelBaleeiro/ Estante de Cima)

Trilha sonora de comédia romântica. Esse é o melhor modo de descrever os meus pensamentos quando escuto a maioria das músicas da Sara Bareilles. O primeiro contato que tive com a cantora foi pela trilha sonora do filme O melhor amigo da noiva. O primeiro Single da cantora, Love Song, é uma das primeiras músicas tocadas no longa, junto com os créditos iniciais. A música teve uma boa repercussão no Brasil pelos canais musicais. Lembro-me de ter visto várias vezes o clipe de Love Song pela TV. Infelizmente, não alcançou um público suficiente para deixar a cantora conhecida entre o público brasileiro. Um dia, enquanto passeava pela internet sem um objetivo específico, me lembrei do nome Love Song e comecei a pesquisar coisas sobre a cantora. Dês de então, minha admiração por ela vêm crescendo cada vez mais.

Sara Bareilles teve seu primeiro CD, Little Voice, lançado em 2007. Após abrir o show de artistas conhecidos como, por exemplo, o Mika, não foi difícil a cantora ganhar um grande reconhecimento. Love Song conseguiu a 5º posição na Billboard Hot 100. O mesmo CD rendeu três singles para a carreira da cantora; Love Song, Bottle It Up e Gravity. O CD é incrível! O ritmo suave, a doce, porém forte voz de Sara e a sinceridade nas composições próprias me conquistaram. Minhas indicações de músicas para esse CD seriam Love Song, Vegas, Between The Lines, City e Many The Miles. Além de compositora e cantora, Bareilles também é instrumentista. Grade parte dos arranjos musicais do disco envolvem Piano, que é tocado pela própria cantora. Hoje em dia vários artistas, principalmente mulheres, aparecem tocando simples notas no piano. Sara Bareilles prova que quando senta para tocar Piano realmente sabe o que está fazendo. Prova disso é o disco Between the Lines: Sara Bareilles Live at the Fillmore, primeiro álbum ao vivo da cantora.

Enquanto escutava o disco ao vivo tive vontade de abraçar a cantora e agradecer muito por ter feito o seu trabalho. Sara não decepciona seus ouvintes em suas apresentações ao vivo. O show é praticamente todo apresentado com a cantora sentada ao piano, mostrando assim sua grande habilidade como instrumentista. O show foi feito em São Francisco em 2008. Fiquei impressionado pela forma da qual Sara mostra ser fiel as gravações de estúdio. Um dos meus maiores prazeres é ver um artista arrasando no estúdio e mais ainda no palco. Talento transborda pela cantora por toda a apresentação. O ouvinte realmente percebe a felicidade da cantora ao fazer o seu trabalho e isso eu acredito ser o mais importante na carreira de um artista.

Não demorou muito e em 2010 a cantora lança Kaleidoscope Heart, seu terceiro álbum. Tenho que dizer, existem músicas nesse álbum que gosto mais do que em Little Voice, mas no conjunto da obra, o álbum de 2007 não foi superado. Ainda acho Little Voice o melhor trabalho da cantora, embora Kaleidoscope Heart não tenha me decepcionado. Músicas como Uncharted, Basket Case e Let The Rain fazem parte dos meus dias. Este foi o último álbum dela que escutei. A primeira impressão não foi muito boa. Com o passar dos dias fui dando outras chances até achar coisas bem legais nele. Aos poucos ele está ganhando comigo muitos pontos.

Minha admiração pela cantora não para de crescer. Recomendo muito. Música é incrível. Música boa é mais incrível ainda. Minha felicidade enquanto escrevo essa resenha sobre os discos de Sara Bareilles é gigante. Sara Bareilles com a sua música me deixou muito feliz. Ouçam, sintam, curtam…

♫ “How far do I have to go to get to you. Many the miles. But send me the miles and I’ll be happy to follow you Love” (Many The Miles)

 

 

 

 

 

Vegas:

Hold My Heart

Many The Miles

Uncharted

Ruídos no Line Up

SWU não empolga com as primeiras atrações conformadas.

O post deveria ter saído ontem mas fui deixando e deixando, enfim, sai hoje :p.
A quantidade de pessoas que esperaram as 10 horas da manhã do dia 28 de Junho de 2011 foi grande e a mesma quantidade (se não mais) decepcionou-se com a demora da coletiva. Enrolação, gente atrasada(?), tuittes tolos a cada três minutos falando que em três minutos(?) iria começar… E… Começou… E decepcionou muita gente.
Foram meses de especulações, espera sem fim deste que sites e alguns jornais cravavam a possível vinda de Bob Dylan ao SWU de 2011.
No dia 28 a organização do evento (atrasada) começou a revelar como será a segunda edição do festival artística e conceitualmente mais bem-sucessedido do ano passado, a missão de pelo menos chegar perto daquilo que foi chamado de “Itustock” será dura!
Algumas das primeiras cinco atrações não foi recebida com o impacto que o suspense e e todo boato prepararam.

Megadeth (Metal que passou pelo País não tem um ano)

The Back Eyed Peas (comboio carnavalesco de Fergie que já tem passe livre no Brasil,oi?)

O Reggeaman Damian “Jr Gong” Marley.

Peter Gabriel. (Se não sabe quem ele é, assista animaçãofofa quase ecológica(?) Wall-e e preste atenção na trilha sonora).

Snoop Dogg (talvez o único que teve melhor aceitação do público e potencial para grande show).

Além das atrações confirmadas, confirmaram também o novo local do evento, Paulínia  – o que não era mais novidade a tempos.
A área do evento maior, podendo receber 70 mil pessoas por dia. Serão 4 palcos e área para 2,5 mil barracas para 10 mil malucos que quiserem acampar no local.
Os ingressos para os três dias (12,13 e 14 de Novembro) começam a ser vendidos em 11 Julho.

Ah, antes que esqueça. Neil Young foi confirmado como palestrante de um dos forúns de sustentabilidade. Ele vai mostrar um documentário de seu carro ecológico e falar de um novo filme que usa o mesmo automóvel.
Há boas chances que ele toque no evento também.

Esse ano bem quero ir. Mas comprar ingressos as cegas não é comigo! Vou torcer para que grandes bandas dêem as caras no festival. Vai ser bom para todos nós que não vamos ficar com cara de bunda achando que “poderia ser melhor”. E vai que Bob Dylan seja confirma né? Não gosto do som… Esperar… mais um pouco ‘-’

A Banda mais falada da Internet.

Meu amor..
Essa é a última oração
Pra salvar seu coração.
Coração não é tão simples quanto pensa.
Nele cabe, o que não cabe na dispensa.
Cabe meu amor.
Cabem três vidas inteiras.
Cabe uma penteadeira.
Cabe nós dois.
Cabe até o meu amor…

Quem essa semana não cantou pelo menos uma frase desse verso da música “Oração” da Banda Mais Bonita da Cidade? Ou que pelo menos não viu alguém digitando ela no twitter ou comentando?
Pois é. O clipe da banda tem seis minutos e três segundos na qual eles cantam o video todo esse verso meio bobo, chicletes e ao mesmo tempo bem fofinho. E ainda por cima um clipe bem a moda de Beirut.
O video em si que reuni amigos dos integrantes da banda atinguiu essa semana a marca de mais de 1,5 milhão de visualizações no youtube.

Até semana passada se você digitasse no Google “A Banda“  iria ver referencia a célebre música de Chico Buarque. Hoje o 1° lugar é d’A Banda Mais Bonita da Cidade.
Outro fenômeno nascido da internet.
Formanda em Curitiba em 2009 por Vinívius Nisi (teclado) Uyara Torrente (vocal), Luís Bourscheidt (batreria), Rodrigo Lemos (guitarra) e Diego Plaça (baixo), todos com vite e poucos anos. O reconhecimento dos dotes era retrito aos amigos e familiares, pelo menos até o dia 18 desse mês quando o video de “Oração” foi postado no Youtube.
A filmagem do video, feita em Fevereiro em Rio Negro (PR) (cidadezinha charmosa na divisa de SC com PR), ficou na gaveta até semana passada, quando Nisi enviou aos amigos que participaram, esses por sua vez repassaram para conhecidos, passando pelas redes sociais, até cair na boca do povo.

Antes um grupo cheio de dificuldades até para gravar um CD, agora A Banda Mais Bonita da Cidade esgotou os ingressos para seu próximo show em Curitiba.

Entre o amor e ódio tem os que acham o “coletivo hippie” tem bom gosto, apensar do refrão tão chicletes, já outros preferem passar longe.
Se você apenas escutou “Oração” vale a pena faze rum esforço e assistir os outros videos da Banda. “Canção para não voltar“, por exemplo, é uma música bem gostosa.

Ah e não posso esquecer, até Rafinha Bastos já tirou uma onde com Banda. Com participação da própria Uyara, bem engraçado.

Rafinha Bastos – A Banda Mais Bonita da… Internet.

Para conhecer Rio do Sul…

Por Lana.

Comece pela música.

É isso mesmo que você leu ai em cima.
Muito me agrada quando abro o caderno de
Lazer do Jornal de Santa Catarina e me deparo com matérias de Rio do Sul e a quatidade de gente criativa que tem essa cidade.
Tá certo que odeio morar em
Rio do Sul, não é pela cidade ser pequena, ou pela falta do que fazer. Mas pela grande maioria de pessoas que conheço não serem daqui.
Mas enfim minha vida social não é o tema do Post, é música como mesmo disse.

O Jornal de Santa Catarina de hoje(16/05/2011), trás uma matéria M-A-R-A. Destacando Rio do Sul como a Capital do Rock no Alto Vale.
Bandas como:
A bem conhecida LISS, Vince, Homem de Lixo (que usou o antigo presídio no centro de Rio do Sul como vídeo de seu trabalho, quer ver o Clipe? AQUI), Dramaphones, Rhasalon, Interpolares, Costeletas – só para citar algumas. As bandas em passos lentos, ou não, vem fazendo cada qual seu trabalho.
Tornando então conhecidas suas produções pela região,
principalmente através da internet.

E para mostrar que as bandas da região estão dando certo, no 1° Válvula de Rock Catarinense, em 2010, Rio do Sul ficou em 2° lugar em número de votos – perdendo apenas para a capital Floriaópolis. Já na votação pela internet, Rio do Sul ganhou o prêmio de Banda do Ano com Liss e prêmio de Melhor Festa/Festival com Let’s Rock.
(Banda Liss).

Outra banda Rio-sulense que vem fazendo bonito no mundo online é Vince. Em 2009, a banda teve seu disco Vazio&Sem Cores eleito entre as cinco melhores demos do mesmo ano, através da premiação do site “Zona Puck“.
(Vince).

E não é apenas de prêmios que o cenário musical vive – aliás, os prêmios são apenas honra ao mérito, sem valor algum de dinheiro. Uma característica que move o rock independente Rio-sulense sem dúvidas é a insistência e busca por músicas de qualidade.
Rio do Sul tem sim uma cena cultural grande, desde música ao teatro e com gente importante, porém, falta o incentivo do governo para alavancar toda essa gente criativa que existe na cidade.

A maioria dos discos e clipes das bandas é produzida com dinheiro do próprio bolso – mas isso nunca impediu que a produção não esteja a todo vapor. Cerca de oito bandas estão para lançar seus trabalhos.

(Dramaphones).

Agora se as bandas da cidade atuam em todo vapor, provavelmente uma delas foi o estopim de tudo isso.
A Liss que em 2005 segundo Aquino
gravava com um microfone furado e uma porcaria de computador que travava a toda hora” foi selecionada pelo Festival “Claro que é Rock” e logo após abrindo o Show do Placebo.
Lembro-me na época que a Liss ficou em 2° lugar no Festival atrás da banda SPIEGEL. E uma galera da platéia vaiou o resultado. Injusto ou não, LISS traça muito bem seu caminho.

Só me resta agora fechar esse post, bem orgulhosa com a qualidade das músicas das bandas da minha cidade.
E passar para vocês de fora de Santa Catarina que o Sul não é feito apenas de Gaúchos, deixei uma amostra super clara da qualidade que se tem aqui.

Dramaphones – Isopropanol (Teaser)


Vince – “Nossa Vez”

LISS – Ela É (A Mais Pop)

Ps: Matéria motidificada do caderno de Lazer do Jornal de Santa Catarina – 16/05/2011