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Livro&Filme: Um dia.


Oi amores tudo bem? Primeiramente quero deixar um aviso rápido antes da resenha:
Os Blogs que usam o sistema Intensedebate para comentários não estarão mais recebendo comentários meus, não sei por qual motivo, não consigo comentar nos blogs e sites que usam a ferramenta. Um Técnico me disse que é meu antivírus que não permite! Desculpe-me, mas não vou mais abrir, dois, três navegadores e tentar comentar várias vezes e tão pouco vou desativar meu antivírus para isso. Se você usa o Intensedebate vai sentir ou já sente falta dos meus comentários. Isto acontece acho que com uns 5 blogs que visito sempre, mas fiquem sabendo que sempre leio o blog de vocês ok? ;)

A resenha de hoje é de um livro e filme. Li o livro e fiquei interessada pelo filme do mesmo. Achei bacana fazer uma resenha de ambos! Então vamos lá? :)

Livro:

Sinopse – Um Dia – Vinte anos, duas pessoas, um dia. – David Nicholls

Dexter Mayhew e Emma Morley se conheceram em 1988. Ambos sabem que no dia seguinte, após a formatura na universidade, deverão trilhar caminhos diferentes. Mas, depois de apenas um dia juntos, não conseguem parar de pensar um no outro. Os anos se passam e Dex e Em levam vidas isoladas – vidas muito diferentes daquelas que eles sonhavam ter. Porém, incapazes de esquecer o sentimento muito especial que os arrebatou naquela primeira noite, surge uma extraordinária relação entre os dois. Ao longo dos vinte anos seguintes, flashes do relacionamento deles são narrados, um por ano, todos no mesmo dia: 15 de julho. Dexter e Emma enfrentam disputas e brigas, esperanças e oportunidades perdidas, risos e lágrimas. E, conforme o verdadeiro significado desse dia crucial é desvendado, eles precisam acertar contas com a essência do amor e da própria vida.

Edição: 2
Editora: Intrínseca
ISBN: 9788580570458
Ano: 2011
Páginas: 416
Tradutor: Claudio Carina
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Ganhei o livro de uma querida amiga, inclusive faz uns dias que discuti com ela um assunto bobo, ela acabou me deletando de tudo qualquer rede social – mas tudo bem, problemas acontecem sempre.
Um Dia” não estava em minhas metas de leitura. Já tive curiosidade de ler, mas acabei que deixei passar e de repente eis que o menino aparece em minha vida outra vez.

Não tenho palavras para descrevê-lo. David Nicholls me surpreendeu demais com esta história engraçada, bonita, romântica e triste tudo junto e misturado.
O autor nos apresenta Emma e Dexter, dois jovens que acabaram de se formar na Universidade e também acabaram tentando um caso de uma única noite. Porém aquilo foi tão intenso para eles que o jovem casal não sabia como lidar os as expectativas do futuro e com as expectativas que eles tinham deles mesmos.
O livro narra sempre o dia 15 de Julho de algum ano, pois foi esse dia que eles se conheceram.
David Nicholls mostra o contraste da vida dos dois, Emma batalhando para ser uma grande escritora e nada dá certo na vida dela e Dexter acaba se dando bem como apresentador de televisão em um programa bobo no final da noite.
O crescimento de Emma durante o livro é gritante, ela amadureceu muito no decorrer da história, já com Dexter aconteceu muito pelo contrário, ele aprendeu a batalhar depois de dar com a cara no poste e quase perder Emma.
Outra coisa que chama atenção é o amor que um tem pelo outro, não é aquela coisa maliciosa, fantasiosa ou forçada. Um amor natural que cresce em cada ano que se passa no livro, apesar de cada um deles seguir em frente com sua vida sem expectativas de ficarem juntos,  os próprios protagonistas querem tentar namorar, casar – isso é uma coisa muito visível.

David Nicholls escreveu um livro leve, a história de Em e Dex é muito gostosa de ler, a leitura flui sem deixar o leitor cansado, a gente acaba vibrando com eles, com as bobeiras de Dexter, com o romantismo que flui no coração de Emma e com a vida que os dois acabam construindo juntos.
Só teve uma coisa no livro que não gostei, realmente achei desnecessário o autor dar um final triste como deu a Emma – lógico que não vou falar a vocês o que acontece, mas posso falar de ante mão que achei desnecessário, mesmo que isso tenha feito de Dexter um homem mais maduro.
Leiam, desfrutem de uma história leve e gostosa como “Um dia”.


“… Quando você não se preocupa mais com essas coisas, com encontros ou relacionamentos, amor e tudo o mais, é mais fácil se sentir livre para tocar a vida real…”
Pág 276.


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Filme – Um Dia.

Sinopse: Emma (Anne Hathaway) e Dexter (Jim Sturgees) se conheceram na faculdade, em 15 de julho. Esta data serve de base para acompanhar a vida deles ao longo de 20 anos. Neste período Emma enfrenta dificuldades para ser bem sucedida na carreira, enquanto que Dexter consegue sucesso fácil, tanto no trabalho quanto com as mulheres. A vida de ambos passa por várias outras pessoas, mas sempre está, de alguma forma, interligada.

Dirigido por Lone Scherfig
Com Anne HathawayJim SturgessPatricia Clarkson
Gênero RomanceDrama
Nacionalidade EUA

A sinopse do livro, tanto a do filme nos fala a mesma coisa. Claro existe um pouco diferentes, é o que sempre falo um filme nunca vai ser igual a um livro, vice e versa.
Uma coisa que acho que estragou um pouco foi a capa do livro, a mesma sensação tive com “Para Sempre” – não acho muito bacana colocaram na capa o casal que deu vida ao filme, por exemplo em “Um dia” li o livro todo pensando como a Anne iria dar vida a Emma, odeio quando isso acontece, pois não é certo!
Deixando o mini desabafo de lado, vamos a resenha…

O filme conseguiu mostrar exatamente os acontecendo da vida de Dexter e Emma depois da formatura deles. O tempo passando para ambos, Dex consegui ser um apresentador de televisão, Emma lutando para ser uma escritora.
Porém uma coisa me chamou atenção no filme à falta de paixão. Li algumas criticas do filme e do livro e notei que as pessoas que conseguem separar livro do filme sentiram o mesmo. Faltou muito a paixão dos dois no filme, tirando o final dele que teve muitos flashbacks da juventude.. O filme é frio!
E infelizmente não tem como não comparar isto! No livro Dexter e Emma apesar da vida separada que levam é visível a paixão que um tem pelo outro, já no filme isso acontece pouco, o que me deixou um pouco decepcionada. Tratando de um romance tão bacana quanto este.

Agora vamos lá se você assistir “Um dia” achando que é mais desses romances clichês tire seu cavalo da chuva, ele vai muito, além disso.
Apesar do aspecto “frio” do casal, se passam anos da vida deles e percebemos que um está do lado do outro sempre, apesar das brigas, do amor que um sente pelo outro e não fala. Acho que o significado de uma verdadeira amizade é por ai, dar chances, brigar, gritar, puxar a orelha quando deve – Dex e Em nos mostrando muito bem isso.

Anne e Jim foram muito fieis a seus personagens, é difícil não ler o livro e não assistir o filme e imaginar outros atores dando vida ao casal. Jim Sturgess foi excelente em sua atuação, ele é a cara de Dexter, moleque, bobo, meio desligado.
E Anne Hathaway, dispensa qualquer comentário, sua Emma foi espetacular!
O filme foi surpreendente. O filme levou a risca toda a história do livro me deixando surpresa com os detalhes que eles conseguiram tantos das cenas como das personagens.

Um dia, é uma feliz adaptação de livro ♥ Assistam!

Trailler:

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{Para as férias – 01} Livro&Filme – Eu Sou o Número Quatro.

Para as férias” será uma tag feita pelo Michael Balleeiro. Ele tem várias resenhas legais e semanalmente vou posta-las para vocês.
Começando com uma resenha do livro Eu sou o número Quatro – feita por ele, e logo abaixo resenha do filme feita por mim, Helana.
Faz muito tempo que não posto nada na tag “Livro e Filme”, e como eu vi o filme e o Michael o livro, vou juntar as duas para vocês, ok?


Por Michael (@MichaelBaleeiro/ Estante de Cima)

Resenha do livro.
Eu Sou o Número Quatro / Os Legados de Lorien #1 (Pittacus Lore)

Eu Sou o Número Quatro foi lançado ano passado lá fora, e para aguardar a estréia do filme no Brasil, o livro foi lançado em Março. Essa demora fez o livro ser um dos mais desejados do ano para mim. Mas tenho que dizer que o livro possui pontos fortes, mas também pontos fracos.


O livro mostra nove alienígenas que, após uma guerra em seu planeta, Lorien, se vêem obrigados a deixar o planeta e se esconderem nas sombras da Terra. Não demora muito para a raça rival, os Mogadorianos, aparecerem com um único objetivo, matar um a um. Os nove sobreviventes são numerados, o que faz com que eles só sejam mortos em seqüência. Com a morte do número três, o número quatro precisa mais do que nunca fugir, pois sabe que será o próximo.

Vamos primeiro falar sobre os pontos fracos do livro. Pense em todos os clichês que existem! Pensaram? Sim, todos eles estão inclusos em Eu Sou O Número Quatro. Você acha tudo dentro desse livro! O garoto protagonista que precisa se adaptar a uma nova vida toda vez que foge. A garota linda dos sonhos, ex líder de torcida que se torna o seu grande amor. O valentão, jogador de futebol, que por pura coincidência é ex-namorado da linda garota. O melhor amigo do Alien, nerd, que é fissurado na NASA, teoria da conspiração, etc… Todos esses elementos são encontrados aqui. O clima de High Scool também não me agradou muito. Espero que o próximo não tenha essas coisas.

Agora vamos aos pontos fortes, que não são poucos. O livro tem uma leitura muito fácil. A leitura flui normalmente e de forma totalmente agradável. Quando dei por mim já estava no capítulo 31. Nem percebi que já havia lido tanto. O livro também é muito agitado. Tenho que dizer que esperava um livro com luta a cada cinco páginas, mas também não é bem assim. Alguns acontecimentos são descritos no livro antes do clímax, mas nada que realmente tire o fôlego. Quanto à esse aspecto, eu estava um tanto quanto decepcionado, o clima de High Scool, e nenhuma luta realmente acontecendo me deixaram irritado. Mas a raiva não durou muito. As últimas 100 páginas do livro salvaram a obra inteira. Os acontecimentos não pararam, as lutas foram mais do que incríveis, e as surpresas se estenderam até a última página do livro.

Ao fim do livro, posso dizer que gostei muito! A avaliação foi de quatro estrelas (Quatro? Irônico, não? Hahaha). Não foram cinco por causa dos clichês que realmente me deixaram com raiva. Mesmo assim, estou mais do que ansioso para ler o próximo volume. É uma história muito bacana e indico o livro sim.
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O Filme – por Helana Ohara

Eu sou o Número Quatro.

Título original: (I Am Number Four)
Lançamento: 2011 (EUA)
Direção: D.J. Caruso
Atores: Alex Pettyfer, Dianna Agron, Timothy Olyphant, Teresa Palmer.
Duração: 110 min
Gênero: Ação
Sinopse: Nove alienígenas fugiram do planeta Lorien, onde eram conhecidos por números, para se esconder na Terra. O objetivo era se esconder dos Mogadorians, inimigos que precisam eliminar todos eles – e na ordem certa – para que poderes especiais não possam ser usados contra eles no futuro. A caçada já começou e os números Um, Dois e Três já foram assassinados. O número Quatro vive disfarçado entre os humanos, como John Smith (Alex Pettyfer), ajudado por seu protetor Henri (Timothy Olyphant) na tranquila cidade de Paradise, em Ohio. Enquanto descobre seus novos poderes, Smith conhece a estudante Sarah Hart (Dianna Agron) e se apaixona por ela, colocando em risco a vida de ambos e o futuro de sua raça, porque o inimigo já o localizou. A sua sorte é que a número Seis (Teresa Palmer) também o encontrou e ela pode ajudar na batalha. (RC).
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Assisti o filme por conta da Diana Agron (para quem não sabe, ela é a loirinha malinha de Glee) – queria muito vê-la trabalhando em outra coisa que não seja a série. E o filme por ser ação me deixou curiosa.
O filme começou interessante, alguns sustos com os Mogadorians, Caruso abusou nos efeitos especiais, ficaram fantásticos e muito bem feitos.

O livro em si deve ser bom, fato. A história em questão poderia ter sido muito bem desenvolvida nas telonas, porém houve um erro na adaptação, o roteiro foi fraco – por conta dos clichês que dominaram todo o filme. Tanto nos diálogos, cenas e atuações seguiram uma linha deja vu(?) (OK, Diana Agron e a número seis Teresa Palmer, atuam muito bem, no meu ponto de vista a número seis que salvou o filme inteiro), como se nos filmes já houvessem aquelas cenas tabeladas onde não se elabora nem se cria mais.

Uns 20 minutos do começo do filme e uns 20 minutos finais te prendem bastante, mas só por causa da ação. Existe cenas boas que merecem atenção, mas que pareciam nem pertencer ao filme. É o tipo de filme que pode até agradar muitos que gostam do gênero – espero eu que se houver sequência erros do 1° filme sejam corrigidos, se não, será um fracasso total.

A relação de Smith com Sarah é aquelas bem típicas do herói salvando a mocinha, alguns efeitos salvam cercas cenas.
O filme não é de todo ruim – dá para alugar assistir com uma turma em casa. Mas nos cinemas bem.. Seria demais. É aquele tipo de filme de ação que se passa aos Domingos, sem muitas novidades todos dizem não gosto e todos assistem.

Não posso dizer que é uma adaptação feliz do livro, pois não li ele e não pretendo ler. Mas fica minha dica se você gosta de um filme de ação água com açúcar – Eu Sou o Número Quatro é perfeito pra você.

Trailer:

O caçador de Pipas

Sempre gosto de ressaltar em alguns textos que adaptações de livros para as telonas sempre é uma tarefa difícil. Quase impossível colocar todos os detalhes do livro na tela e quase impossível agradar todos que assistem (ou leram).
Quem é fã de um bom livro, quase sempre se decepciona com a adaptação, nós leitores somos apegados aos detalhes que o autor escreve, deixando o texto bonito junto ao conteúdo e a falta de alguns detalhes é que faz o filme ficar ruim.
Porém do outro lado está à palavra “adaptação, inspirado” que ás vezes passa longe dos nossos olhos. O livro serve de base para o filme, mais isso não significa que o mesmo tem que ser fiel a ele.
Vamos lá?

Caçador de Pipas – Khaled Hosseini.
Titulo Original: The Kite Runner.
Ano: 2003

Sinopse:
Este romance conta a história da amizade de Amir e Hassan, dois meninos quase da mesma idade, que vivem vidas muito diferentes no Afeganistão da década de 1970. Amir é rico e bem-nascido, um pouco covarde, e sempre em busca da aprovação de seu próprio pai. Hassan, que não sabe ler nem escrever, é conhecido por coragem e bondade. Os dois, no entanto, são loucos por histórias antigas de grandes guerreiros, filmes de caubói americanos e pipas. E é justamente durante um campeonato de pipas, no inverno de 1975, que Hassan dá a Amir a chance de ser um grande homem, mas ele não enxerga sua redenção. Após desperdiçar a última chance, Amir vai para os Estados Unidos, fugindo da invasão soviética ao Afeganistão, mas vinte anos depois Hassan e a pipa azul o fazem voltar à sua terra natal para acertar contas com o passado.
Fonte: Skoob

Dois meninos, um rico outro pobre filho de empregado, correndo atrás de pipas coloridas. É por ai que Khaled conta sua história, mostrando em seu livro que crianças são crianças em qualquer lugar do Mundo, não importa o que acontece.
A narrativa da história tem como plano de fundo a invasão do Afeganistão pelos russos e seu domínio pelo Talibã.
Mostrando com clareza que a realidade das personagem de Cabul é muito distante da nossa realidade, onde podemos assistir televisão, comprar um doce sem ter medo de que atacam nossa casa.
Khaled tenta mostrar que a infância de Amir e Hassan e seus acontecimentos trágicos, poderia acontecer com qualquer criança. Como por exemplo você ver um amiguinho seu passar por apuros e não fazer nada, pura inocência, criança tem disso, não sei que atitude tomar.
O autor pões o leitor em contato com valores e sentimentos como, lealdade, confiança, coragem, poder, covardia, egoísmo.

Nota: Por hora pode-se dizer que O caçador de Pipas é uma autobiografia de Hosseni, tanto ele como Amir, saíram do Afegão com a família e se refugiaram nos Estados Unidos, a procura de uma vida melhor.

O livro começa com Amir adulto em 2001, relembrando um fato acontecido em 1975 com ele e Hassan, ele passa boa parte do livro lutando com as lembranças, tentando não se preocupar com o antigo amigo.
Mais o sentimento de amizade fala mais alto que o ato covarde dele, até então que ele por impulso vai atrás de Hassan.
O caçador de Pipas mostra a vida de Amir adulto, suas lembranças quando era pequeno e os acontecimentos da vida difícil de do amigo, as brincadeiras dos dois meninos.

Poderia descrever o livro para vocês com uma única palavra: Sensibilidade. Ele te faz chorar em vários capítulos, Hosseni conseguiu fazer com que as cenas descritas fossem facilmente imaginadas pelo leitor.
Agora por outro lado… O livro não me prendeu. Tive que forçar a leitura algumas vezes para me prender, ora pelo peso da história, ora por acha que o autor permanecia muito tempo em certo assunto e falta um desenrolar para a história.
Mas depois que consegui pegar o ritmo, com certeza valeu a pena.
Emocionante e muito bonito.

Vamos ao filme?

O caçador de Pipas.
Titulo Original: The Kiter Rinner.
Ano: 2007
Direção:
Marc Forster
Atores: Khalid Abdalla , Atossa Leoni , Shaun Toub , Sayed Jafar Masihullah Gharibzada , Zekeria Ebrahimi
Drama.

Voltando um pouco lá em cima.
Lembra que falei que adaptações de livros são tarefas difíceis?
O caçador de Pipas, sem sombra de dúvidas foi uma tarefa das mais difíceis. O livro mostra muitos detalhes físicos das personagens, do próprio ambiente que se passa a drama.
E no filme alguns deles passaram muito despercebidos.

Sinopse:
Kabul.
Amir
(Zekeria Ebrahimi) e Hassan (Ahmad Khan Mahmidzada) são dois amigos, que se divertem em um torneio de pipas. Após a vitória neste dia um ato de traição de um menino marcará para sempre a vida de ambos. Amir passa a viver nos Estados Unidos, retornando ao Afeganistão apenas após 20 anos. É quando ele enfrenta a mão de ferro do governo Talibã para tentar consertar o ocorrido em seu passado.

Uma história bonita, como essa, merecia um filme altura. O diretor poderia ter explorado melhor as personagens, mostrando mais os detalhes que o livro trás. E faltou exatamente isso no filme.
Uma característica que me chamou atenção no livro foram os lábios leporinos de Hassan, o autor conta detalhadamente como ele era, a cirurgia que o pai de Amir pagou para o menino não vivier com aquilo.
Foi um detalhe importante ao meu ver, que no filme diraram, ao olhar de muitos pode ser um mero detalhe que não teria necessidade de ter no filme, mas quando você lê e te chama atenção, não tenha dúvidas, isso vai fazer falta.

É um filme mediano, o direto não soube explorar a história que tinha as mãos, deixando muita coisa vaga.
Mas para aqueles que não leram o livro, vão adorar a maravilhosa história nas telona.


O caçador de Pipas não foi uma adaptação feliz, mas, mesmo assim, enche os olhos daqueles que o assiste.

Trailer:

Livro e Filme – Noites de Tormenta.

Nicholas Sparks, é famoso, isso é fato! a fama dele vem dos livros que tiveram adaptações para as telonas, bem como:
Um amor para recordar.
Diário da Nossa Paixão.
E seu último sucesso: Querido John

Não sou uma grande fã dos livros de Nicholas, eles são lindos, lindas histórias de amor, fazendo a gente chorar e sentir que também quer viver algo assim. Mas acho sensacionalista demais.
Um dos livros dele (
se não foi o único), que me prendeu mesmo (fora e dentro do cinema), foi Noites de Tormenta.

Lançado em 2002, Noites de Tormenta mantém as características que fizeram do escritor norte-americano Nicholas Sparks mundialmente famoso – O poder do amor, o mistério que o assombra, o mistério que faz a gente mudar de vida quando ama.
Ele ficou no topo dos livros mais ventidos por um bom tempo, até chegar no Brasil, junto com seu filme que leve o mesmo nome.

Noites de Tormenta conta a história de Adrienne Willis e Paul Flanners. Ela, uma mulher de 60 anos que dedicou sua vida aos filhos, aos netos, ao pai e ao emprego numa Biblioteca Pública, e que ainda acredita na idéia do amor como condição essencial para uma vida repleta de felicidade. Já ele, um médico conceituado com problemas de relacionamento com o filho Mark.
Eles se encontram em uma pequena cidade Rodanthe, na Carolina do Norte, para onde ela fora a fim de cuidar da estalagem de uma amiga e ele para resolver um grave problema profissional. E ele tentando reconstruir sua vida depois de terminar seu casamento.

Agora na segunda parte do livro, há uma narrativa em flashback, onde Adrienne tem uma conversa franca com Amanda, elas degustam um vinho e a Adrienne confessa a filha o segredo desse amor efêmero que manteve há 14 anos com Paul.

O grande lance do livro e do filme é o amor entre Adrienne e Paul, suas nuances, seus medos, dúvidas. Mais como todo livro de Nicholas, ele não deixa fora temas cruciais, como familia, as consequências das perdas de nossas vidas.

O filme:
Titulo original: Nights in Rodanthe
Lançamento: 2008 EUA
Direção: George C. Wolfe
Atores: Richard Gere , Diane Lane , Christopher Meloni , Viola Davis , Becky Ann Baker.

O filme é lindo. Sou fascinada pelos trabalhos de Diane Lane, ela sempre muito sútil, com personagens que caem como uma luva a ela.
Ele pode deixar a desejar em algumas partes.
Como por exemplo: Quem leu o livro não entende porque o filme começa com ela em crise com a filha mais velha. Adrienne triste, passando por problemas com o ex marido e a filha adolescente.
Adrienne de meia idade, aos 60 anos relembrando seu grande amor parece que fica apenas na lembrança mesmo.

Na verdade centraliza mesmo no amor de Adrienne e Paul deixando muita coisa interessante do livro de fora.
Ele tem uma excelente fotografia, a casa de Rodanthe é simplismente linda (
eu queria passar uma temporada por lá).
Todas as personagens, bem escritas. O diretor do filme conseguiu fazer com que apensar de todo drama o filme ficasse leve.
E minha gente: chore muito viu.

Trailler:

Noites de Tormenta não é uma adaptação feliz para as telonas, mais vale a pena assisti-lo pela essência que ele trouxe do livro, e claro, a pela história, como todas de Nicholas ;)

Livre e Filme – O invisível.


Day burns down to night
Burns the edge of my soul.
In the night I break into
Sparks of suns
And become fires end
The dust of bones..

O Invisível
Dosvensk Den Osynlige.

    Adaptações de livros não são tarefas fáceis a nenhum roteirista, porém, uma ou outra me chama atenção. Também há quem diga que é, até certo ponto, frustrante quando se lê um bom livro, e se espera um filme a altura. Existe vários pontos que dificultam essa tarefa, por mais que o próprio autor esteja na cola dos roteiristas, sempre deixa-se passar coisas bacanas do livros. Não pode deixar fora o fato de que os estúdios que bancam os filmes, preferem, digam assim, filmes comerciais – o que muitas vezes não é o caso completo de certas histórias de livros.
Fazendo com que o livro perca credibilidade (
por aqueles que não leram) -,achando por fim a obra ruim.
E claro não se pode esquecer o tempo, alguns roteiros são adaptados para os anos de agora – ex: década de 70 para 2000.

    Um bom exemplo de adaptação de livro para filme é O invisivel – um remake de um filme sueco chamado Den Osynlige, adaptação do livro de Mats Wahl – de mesmo nome.

    O Invisível conta a história de Nick Powell, um jovem poeta que pretendia fugir para Londres, sem o conhecimento de sua mãe, onde terminaria seus estudos.Seus planos mudam quando ele tenta defender um amigo, Peter, da garota barra-pesada de sua escola Annie Newton – Nick acaba se colocando em perigo. No caminho de volta de uma festa, ele é espancando e tido como morto. Por ironia do destino, ele não se encontra literalmente falecido e sim em um coma profundo. Nick se encontra perdido nem vivo e nem morto, sem poder gritar para ninguém isso.

    Desesperado por vingança, ele passa a perseguir Annie na tentativa de que a garota revele a policia o local onde está seu corpo – pois ela pode ouvi-lo.
    Outro fato de grande destaque é trilha do filme, um som alternativo da banda britânica Snow Patrol, com suas cenas.
Sua excelente fotografia, deixa claro o lado sombrio da vida de Nick, pode até atormentar quem assiste pela primeira vez – ser ignorado e possivelmente não poder fazer nada torna-se louco.
    Apesar de não sustentar grande parte da história do livro, adaptação, deixou claro a mensagem que o autor quis passar o que faz o filme crescer em todos os aspectos. Então, graças a isso, o filme um tanto realista nos convence que é uma grande adaptação, merecendo boas criticas.

Trailer:

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